quinta-feira, 17 de novembro de 2011

exposição na 10ª edição do bazar Sophistiqué

Exposição na 10ª edição do Bazar Sophistiqué, acontece de 17 a 19 de novembro de 2011, das 10 às 22h no Oliveira´s Place, localizado na rua T-37, nº 8.839, Setor Bueno, Goiânia.
Mais informações: (62) 4053-8384.

domingo, 6 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

customização de eco bags no evento 'cerrado fashion mob'

Cerrado fashion mob é uma iniciativa da revista stile (que detém o evento 'cerrado fashion week'), em parceria com o shopping Bougainville, que aproveitam a data 11 de setembro para comemorar o dia nacional do cerrado. A intenção é mobilizar as pessoas sobre o uso sustentável do nosso cerrado, para que estas atitudes sejam uma tendência para todos e não apenas para as coleções apresentadas na passarela. O evento traz estilistas e artistas goianos para customizar eco bags, teremos produção ao vivo de editoriais, música, fotografia e exposição. Domingo 11/09/2011, das 14 às 20h.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

wih nº 14

Trecho da música "Ana e o Mar" do grupo O teatro mágico, composição de Fernando Anitelli.

domingo, 14 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

wih nº 8

Frase de Ralph Waldo Emerson, na imagem, a máquina de escrever da poetisa Cora Coralina.



wih nº 7


domingo, 7 de agosto de 2011

wih nº 6

Trecho da música "Tears Dry On Their Own" de Amy Winehouse.

sábado, 6 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

wih nº 3

Rapazes da banda chimpanzés de gaveta, fotografados por Gabriella Barros em um evento no espaço cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia-GO.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

wih nº 1

wih é uma série de trabalhos gráficos que vou fazer durante o mês de agosto, todo dia uma nova imagem com uma citação, uma frase, trecho de música ou uma pergunta, talvez. Acompanhe.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

the face of last night

the face of last night
colagem s/ papel
14,5x16cm
2011

."... isso que chamamos de amor, esse lugar confuso entre o sexo e a organização familiar..."


E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.


Te escrevo com um cigarro aceso e uma xícara de chá de boldo. A escrivaninha é muito antiga, daquelas que têm uma tampa, parece piano. Tem um pôster com Garcia Lorca na minha frente. Um retrato enorme de Virginia Woolf. E posso ver na estante assim, de repente, todo o Proust, e muito Rimbaud, e Verlaine, Faulkner, Ítalo Svevo, William Blake. Umas reproduções de Picasso. Outras de Da Vinci. Um biscuit com um pierrô tão patético. Uma pedra esotérica ainda de Stonehenge, Inglaterra, uma caixinha indiana. Todos os meus pedaços aqui.


E você não me conhece, eu não conheço você.


Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.


Me queira bem.
Com cuidado, com carinho grande, te abraço forte e te beijo,


Caio F.


p.s.: Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. E amanhã tem sol.




Por Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

o medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.


O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.


E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.


Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.


Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.´




Por Martha Medeiros.

terça-feira, 12 de abril de 2011

como se soubesse de onde vinha, simplesmente veio.

Como se soubesse de onde vinha, simplesmente veio.
Em projeção, no infinito, veio.
Não disse nada, não anunciou nada.
Nada no nada, veio.
Em sutís movimentos.
Em caladas horas. veio.
Subiu as serras.
Subiu os vales.
Veio.
No começo, quase-semente
(Afinal, no princípio sempre é assim: tudo é semente)
Depois, uma raiz que se erguia
Insinuando copa
(Não tinha copa, não tinha nada)
Quase uma espinha dorsal
(Era uma espinha dorsal)
Para segurar tudo aquilo.
Mas que tudo aquilo?
Não era nada?
Nada no nada?
Mas até mesmo no nada
há algo
Afinal, tudo antes de exixtir não era o nada?


O que antes apenas se esboçava
foi adquirindo corpo,
foi adquirindo cor
foi
veio
do nada.
O que antes
silêncio
O que antes
esboço
O que antes
insinuação
Veio
E se fez
Folha
Flor
Fruto
tornou-se carne
palatável
em coração
em cor.
E, então,
todos o viram,
todos o aplaudiram,
e o ficaram paparicando.
Agora,
que era coisa
Agora,
que era cor
Agora,
que poderiam comê-lo.
Mas antes?
No nada?
Quando ainda esboço?
Quando ainda quase?
Ora, abutres de plantão
Quebrem o preconceito
E acreditem.
Ainda que seja no nada.




Por Antonio Luceni
www.antonioluceni.blogspot.com

quinta-feira, 31 de março de 2011

Carmem

Seria então empáfia?
Acho difícil...
Tristeza? Por que não?!
Ouvi rumores de sua vida, bem superficiais, confesso.
É que nada foi fácil pra ela, enfrentou, muito nova, os dissabores da vida, já no primeiro amor, foi trocada por seu melhor amigo gay.
Ela jamais falou sobre isso, nunca foi de muitas palavras, resolveu logo, cortou os pulsos, fracassou. Desde então, adotou o vermelho em suas roupas.
Recuperada, refeita, mais esperta, montou um bordel. Ía tudo muito bem, obrigado, dizia ela, quando curiosos lhe abordavam sobre o assunto.
Ía bem... até o dia do incêndio, tudo queimado, dizem as más linguas que até um corpo foi encontrado carbonizado, preto, mais preto que o preto que há.
Ela que não era de muitas palavras, ficou de poucas, aderiu a cor preta às suas vestes, e pra ser sincera, podia ser quaisquer cores que ela usasse, que continuaria apagada, mesmo o preto com vermelho não realçavam em seu corpo esguio.
Foi porém, que ela decidiu outro rumo dar em sua vida, silenciosa, voraz... ela foi...
Para outro país, continente... sei lá, mas foi, onde havia frio e neve, muita neve (acho que o fogo passou amedrontá-la).
Lá enfim, ela mudou, estava fina em seu jeito de estar, vestir, dizem que exalava glamour... Ah! encontrou também o amor, e esse vivia para ela, por ela, onde estava um, podia encontrar o outro. Embora não esboçasse um sorriso se quer, dizem que ela estava feliz.
E como tudo sempre durava pouco, e nunca o suficiente pra ela, dessa vez não seria diferente.
Acordou com a notícia de que seu amado "até então", enquanto esquiava sofreu um acidente, quebrou o pescoço, morte imediata.
Ela não chorou, não sorriu, virou para o lado e continuo a dormir. A tristeza acabaria então de habitar-lhe, tornando-se gelo em sua alma, pele e tudo mais que a envolvia.
Ela mudou desde então, descobriu o verdadeiro amor, "ela mesma", e foi assim que se tornou quem hoje é, uma MULHER, longe da que conheci.
De uma personalidade forte e marcante, ela se decifra em cada centimetro, nas atitudes, gestos, roupas.
Palavras pra ela, hoje são supérfluas, já não se ouve mais sua voz, não precisa emitir um som que seja, para se impor, tudo nela fala por si só. E quando algo não lhe agrada, continua ela, imóvel, calada, gélida...
imponente nas mínimas expressões.
Realmente... já não é a mesma... tudo mudou... e o nome também.
Hoje Carmem.
Escandalosamente Carmem.
E olhando para ela, percebe-se que é mais que suficiente.
Carmem.




Por Agda Brisot

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

o fantasma da (o) ex


Dificilmente você namora ou está enrolado com uma pessoa 0 km. Seu grande amor provavelmente já teve um outro grande amor antes de você, assim como você tem alguma quilometragem percorrida também. Normal. O problema é quando o ex do seu amor não ficou no passado: ainda ronda o presente.


Você achava que ele estava morto e enterrado, mas que nada, o fantasma ainda assombra. Manda e-mails pro seu amor, telefona de vez em quando, surge nos mesmos lugares em que vocês estão. Uma praga. Vocês construíram uma relação supersólida, está tudo indo mais do que bem, não há motivo para desconfiança ou insegurança.
Mas até quando? O ser humano é saudosista por natureza. De repente, num momento de carência, você pode não estar por perto e o seu amor se deixar levar por uma sessão nostalgia. Quem garante que não?


Ninguém garante nada nesta vida. Mas não vejo muita razão para alguém se preocupar demasiadamente com os ex. Eles já tiveram sua vez. Por alguma razão, não deu certo. Eu sei, eu sei, isso não quer dizer absolutamente nada, os dois podem ter continuado a se amar mesmo assim, eles podem ter deixado arestas por apontar, eles podem ter coisas entaladas na garganta para dizer um ao outro. Brrrrr. Assustador. Mas também é muito provável que, se eles tentarem de novo, vão esbarrar nos mesmos problemas que os fizeram separar. Ex é prato requentado. Quase um parente.


Eu não tenho fobia com ex, ao menos não com um ex que tenha sido bem vivido, bem curtido. Fico mais apreensivo em relação àqueles que podem vir a ser casos passageiros, aventurazinhas bobas, mas que podem surpreender. Não temo fantasmas, temo gente bem viva, bem acordada, oferecendo novidades, fantasias. Ex é um direito adquirido. Chegou antes. Tem privilégios. Merece respeito. E se seu grande amor cair nessa armadilha, terminar com você e voltar para o passado, relaxe, não se apavore. Será sua vez de assombrar. O ex agora é você.


Por Martha Medeiros

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

maand van de collage 2010 - exposição

O festival Maand Van de Collage, foi criado em 2010 e teve sua primeira edição na Holanda, mais precisamente na cidade de Rotterdam.
Em sua estréia o evento reuniu aproximadamente 50 artistas de diferentes países, como França, Estados Unidos, Bélgica, Holanda e Brasil, expondo em 10 diferentes locais.
Sete artistas brasileiros apresentaram alguns de seus trabalhos no Maand Van De Collage, evento este que promete se consolidar como uma bienal de colagem.
Tive o privilégio de participar desta primeira edição. O amigo Roberto Bíscaro traduziu meus textos para o evento. No dia 24 de outubro de 2010, às 20h, abrimos nossa exposição na galeria de arte da bolsa de valores de Rotterdam, no World Trade Center, a experiência foi ótima.
Agora que venham as próximas edições, mãos e tesouras preparadas para novos trabalhos.

colagem coletiva Holanda - 7ª edição/2009

Exposição coletiva de colagem, no Stúdio Karin de Visser, antiga câmara municipal de Rotterdam, em Hillegersberg.
Nove artistas apresentaram suas idéias sobre colagem, Annet Scholte, Els van Lieshout, João Colagem, Karin de Visser, Lizzy Nieuwenhuis, Michelle van Dijk, Marcel Prins, Roel Wester e Wemerson Dhamaceno.
Os trabalhos ficaram expostos de 13 de novembro de 2009 a 17 de janeiro de 2010.

exposição e oficinas no sesc de Araçatuba/sp

exposição na VI semana do livro e da biblioteca das faculdades Aphonsiano - Trindade/GO - 2008


Participei dessa 6ª semana do livro e da biblioteca das faculdades e colégio Aphonsiano. O homenageado dessa edição foi Machado de Assis.
Este evento também contou com a exposição de trabalhos dos artistas João Colagem (colagens) e Henry Fróes (fotografia). Na abertura tivemos Chillon Júnior e Lorrane Levita com apresentações musicais.

exposição - colagem coletiva Brasil - museu do sol - Penápolis/sp 2008

Colagem Coletiva Brasil  foi uma exposição realizada no Museu do Sol (museu de arte Naif), primeira instituição latino-americana especializada no gênero.
Foi um evento que além da exposição, realizamos oficinas de colagem para alunos da rede municipal, rede estadual, alunos do museu e professores locais.
Na parte de novos talentos, convidamos Laila Manieri (colagens).
Abrimos a exposição com apresentações variadas, onde Valmir Félix encantou a todos com suas composições e interpretações musicais e o Dr. Smiley Castelo Branco declamou poesias de sua autoria. Perfeito!

bazar - espaço livre arte livre - Penápolis/sp 2008

Bazar com Celina Passafaro (ceramista), Carlos Alberto Bachiega (arquiteto) and me... com as colagens.

oficina de colagem no projeto férias mais da livraria sophia - Penápolis/sp 2008

Em 2006 lançamos o projeto Férias Mais da livraria Sophia. Vários profissionais participaram deste evento. A idéia principal do projeto era oferecer variados workshops à comunidade e em contra partida os participantes doavam alimentos não perecíveis, os mesmos eram repassados à entidades carentes de Penápolis.
Em sua segunda edição (2007), o Férias Mais foi prestigiado por mais colaboradores, dentre eles, Edna Granato, Olga Ribeiro Vianna(Núcleo de Terapias Integradas) e Alice Faleiros.
E fechando minha participação no projeto, em 2008 realizamos a terceira edição, nesta já tivemos mais profissionais e empresas envolvidos. Foram 21 atividades durante 18 dias, fomos apoiados pela Funepe (Fundação Educacional de Penápolis), Daep,CEA (Centro de Educação Ambiental), Lila (Yoga e pilates) e amigos que ministraram oficinas, sendo eles... Dr. Smiley Castelo Branco, Cilô Lacava, Fernanda Russo, Sami, Bill, Zitho, Valmir Félix, Kátia Rossi, Márcia Garcia, Roberto Bíscaro, Lucas Casella, Rodrigo Matias, Rafael de Freitas, Thiago Mazucato e eu (com a oficina de iniciação à colagem).

colagem


colagem s/ papel
10x15cm
2009

desenho

desenho